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Maka em Viana: Dumbo e Binje ‘cheiram’ às grades da PGR

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Jeremias Dumbo poderá ser um dos próximos arguidos da Procuradoria-Geral da República (PGR), O antigo administrador de Viana e o seu adjunto Fernando Binje que continua nas vestes de administrador municipal adjunto para Área Técnica, Infra-estruturas e Serviços Comunitários, bem como alguns antigos fiscais, de acordo com informações chegadas ao Portal de Angola, estão sob investigação do SIC que tem o apoio do departamento de inspecção geral do Ministério da Administração do Território e Reforma do Estado (MAT) por crimes de esbulho de terras e peculato.

De acordo com fontes da Procuradoria-Geral da República (PGR) em Luanda, o antigo administrador municipal de Viana, Jeremias Dumbo, “Tchilelevika” é apontado como mentor destes crimes, cometidos durante a sua gestão no município satélite.

“Tchilelevika e seus parceiros podem ser constituídos arguidos a qualquer momento, uma vez que os dados das investigações que decorrem, apontam que esses actos terão sidos consumados antes das últimas eleições gerais decorridas no país”, explica a fonte, que acrescenta que, durante estes dias, está uma comissão mista a trabalhar na Administração Municipal de Viana, acompanhados ‘sigilosamente’ por peritos da PGR.

“O trabalho desta comissão tem como pano de fundo apurar diversos factos (denúncias) de dados ligados ao processo que se encontra aberto na Procuradoria-Geral da República”.

Questões como desvios de fundos, expropriação forçada, vendas ilegais de terrenos e desaparecimento inexplicado de algumas viaturas tais como: camiões cisternas, basculantes, trailers rebocadores, máquinas (pá-carregadora, cilindro nivelador), bem como algumas viaturas de alta cilindragem constam de um leque de artigos desaparecidos da administração.

DUMBO FANTASMA

Recorde-se que o reinado de Jeremias Dumbo, em Viana, foi visto pelos populares como “insignificante” pela falta de contacto pessoal (diálogo) e uma certa “ignorância” na relação de trabalho entre aquele político e seus demais quadros na administração, “bem como a falta de interesse na resolução dos inúmeros problemas sociais que apresentava aquela parcela territorial, com destaque ao conflito de terras”.

Por outra, diz-se a “boca pequena” que foi somente no ano passado que uma suposta empresa de familiares de “Tchilelevika” foi afastada da gestão de alguns mercados e feiras vianenses.

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