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‘Tsunami’ na CASA-CE afasta Abel Chivukuvuku da liderança da coligação

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De acordo com o Novo Jornal Online, Abel Chivukuvuku foi demitido da liderança e da Coligação Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE) e André Mendes de Carvalho assume a chefia da formação partidária, informou hoje em Luanda o Colégio Presidencial da Coligação.

Numa conferência marcada para hoje com o objectivo de anunciar a decisão do Colégio Eleitoral da CASA-CE que esteve reunido na passada sexta-feira para definir o futuro de Chivukuvuko na estrutura directiva, o 2º vice-presidente da Coligação, Alexandre Sebastião André explicou que o órgão determinou a demissão do até aqui líder da CASA.

Como o NJOnline noticiou na segunda-feira, a continuidade de Abel Chivukuvuku como líder da Coligação Ampla de Salvação Nacional – Coligação Eleitoral estava muito tremido e a definição do seu futuro foi analisado nesse mesmo dia numa reunião do Colégio Presidencial.

“O actual líder, ao ter realizado uma reunião com os independentes da coligação e primeiros secretários provinciais exonerados, assumiu praticamente a ruptura”, o que significou que a CASA-CE estava num momento decisivo para redefinir a sua liderança, dizia ao NJOnline, um dos membros do colégio presidencial.

Segundo a mesma fonte, os independentes, desde que saiu o acórdão do Tribunal Constitucional que abortou o surgimento do Podemos-Já como futuro partido político, e que tinha, alegadamente, “mão oculta” de Abel Chivukuvuku por detrás, tomaram posições que estavam a prejudicar a coligação.

Na abertura do encontro que ocorreu sexta-feira, 22, o líder da coligação, Abel Chivukuvuku, disse que os independentes “não fizeram a ruptura com a CASA-CE” e que esta “foi imposta” pelo Tribunal Constitucional, daí resultando que a reunião decidiu o posicionamento dos Independentes quanto ao projecto de salvar Angola.

Explicou que os militantes independentes encontram-se numa encruzilhada que vai obrigar cada um a tomar decisões difíceis, numa alusão à possibilidade de deixarem a CASA-CE e criar uma outra formação política.

Isso mesmo ficou em aberto quando anunciou aos seus militantes que nas eleições gerais de 2022 será cabeça de lista, em uma formação cujo nome não avançou, mas negou que seja a coligação.

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